A Fundação Iberê Camargo disponibiliza podcasts para que você possa acompanhar as principais palestras e debates sobre arte realizadas pela Instituição.
Entenda o que é um Podcast Podcasts são arquivos de áudio (geralmente .MP3) que permitem que você ouça discussões sobre assuntos de seu interesse. Aqui, você pode escutar e fazer o download destes arquivos.
NOVEMBRO 2008 |Ronaldo Brito e Nuno Ramos (parte 1) | Jorge Guinle – Belo Caos
No Ciclo de Palestras da exposição Jorge Guinle – Belo Caos, o crítico de arte Ronaldo Brito – curador da exposição ao lado de Vanda Klabin – e o artista Nuno Ramos realizaram um bate-papo em que, através de perguntas livres, procuravam questionar as visões e as interpretações de cada um para o trabalho de Guinle. Em tom informal, a conversa trouxe ao público histórias e fatos interessantes sobre a vida e a obra do artista.
NOVEMBRO 2008 |Ronaldo Brito e Nuno Ramos (parte 2) | Jorge Guinle – Belo Caos
O debate entre o crítico e o artista foi tão fecundo, que acabou estendendo-se por mais de duas horas. A platéia se envolveu no tema e propôs aos palestrantes questionamentos que trouxeram à tona novos aspectos e novas reflexões sobre a obra de Jorge Guinle.
NOVEMBRO 2008 |Marilice Corona | Jorge Guinle – Belo Caos
A artista plástica gaúcha faz uma análise crítica da obra de Jorge Guinle, sob o ponto de vista da pintura, com seus aspectos técnicos e simbólicos. Começando por uma análise da 18ª Bienal de São Paulo, conhecida como Bienal da Grande Tela, Marilice apontou o trabalho do artista como algo distinto do que era feito na época.
NOVEMBRO 2008 |Tiago Mesquita | Jorge Guinle – Belo Caos
Crítico de arte desde a década de 1990, já colaborou em jornais como Folha de S. Paulo (São Paulo) e Público (Lisboa). Foi responsável pela curadoria das exposições Amilcar de Castro, Mira Schendel, Sergio Camargo e Willys de Castro, no Instituto de Arte Contemporânea, em São Paulo, e Paisagens, de Cristina Rogozinski e Flávia Ribeiro, na Pinacoteca do Estado de São Paulo. No Ciclo de Palestras, Mesquita apresentou suas considerações críticas a respeito da dimensão atual da obra de Guinle.
AGOSTO 2008 |Sônia Salzstein | Iberê Camargo – Moderno no Limite
No Ciclo de Palestras da Fundação Iberê Camargo, a crítica de arte e professora de História da Arte no Departamento de Artes Plásticas da ECA-USP falou sobre a contemporaneidade e a obra de Iole de Freitas – artista em cartaz na Instituição com a primeira intervenção no átrio da nova sede. Sônia também coordena a linha editorial de artes plásticas da Editora CosacNaify, e dividiu com Mônica Zielinsky e Paulo Sergio Duarte a curadoria da exposição Iberê Camargo - Moderno no Limite.
AGOSTO 2008 |Glória Ferreira | Iberê Camargo – Moderno no Limite
Questionando onde estamos e qual é o lugar da arte brasileira dentro do contexto internacional, a professora titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro palestrou no último dia do Ciclo. Glória é doutorada pelo Institut d'Art et d'Archéologie da Universidade de Paris e, atualmente, também é consultora da Jorge Zahar Editor. Publicou Escritos de Artistas - Anos 60/70 (2006), Linguagens Inventadas (2008), e Performance nas Artes Visuais (2008).
AGOSTO 2008 |Thierry de Duve | Iberê Camargo – Moderno no Limite
No evento da Fundação Iberê Camargo, de Duve abordou o olhar e a obra de arte através da teoria de Lacan, com seus quatro conceitos básicos da psicanálise. Curador, crítico de arte e professor de teoria da arte moderna e contemporânea na Université de Lille III, ele publicou, em inglês, Kant After Duchamp (1998), The Definitively Unfinished Marcel Duchamp (1993) e, em francês, Resonances du Readymade (1989). (áudio em francês)
AGOSTO 2008 |María José Herrera | Iberê Camargo – Moderno no Limite
Diretora artística do Museo Nacional de Bellas Artes de Buenos Aires (MNBA) e presidente da Associação de Críticos de Arte AACA-AICA, a crítica e curadora María José encerrou o segundo dia do Ciclo de Palestras com uma análise das poéticas de Iberê Camargo comparadas às do artista argentino Ernesto Deira.
AGOSTO 2008 |Rodrigo Naves | Iberê Camargo – Moderno no Limite
Uma análise do expressionismo abstrato de Jackson Pollock foi o tema que Rodrigo Naves apresentou no Ciclo. Doutor em filosofia pela Universidade de São Paulo, ele também é crítico de arte e historiador. É autor de El Greco - um mundo turvo (1985); Amílcar de Castro (1991); A forma difícil - ensaios sobre arte brasileira (1996); e do livro de ficção O filantropo (1998). Responsável pelo projeto editorial da coleção Espaços da arte brasileira na editora CosacNaify.
AGOSTO 2008 |Paulo Sergio Duarte | Iberê Camargo – Moderno no Limite
Dando início às discussões no segundo dia do evento, Paulo Sérgio abordou o lugar que a obra de Iberê Camargo ocupa na modernidade brasileira. Crítico, professor de Teoria e História da Arte e coordenador geral de Estudos Culturais da Universidade Cândido Mendes, publicou dezenas de estudos e ensaios sobre arte moderna e contemporânea, dentre os quais Anos 60 – Transformações da arte no Brasil (1988), Waltercio Caldas (2000), e Carlos Vergara (2003). Dividiu com Mônica Zielinsky e Sônia Salzstein a curadoria da exposição Iberê Camargo - Moderno no Limite.
AGOSTO 2008 |Robert Kudielka| Iberê Camargo – Moderno no Limite
O crítico de arte alemão apresenta a palestra “A obrigação de expressar - Arte moderna e a crise da expressão”, debate que tem como ponto de partida a obra Tudo te é falso e inútil (1992), de Iberê Camargo. Kudielka estudou Filosofia, Filologia Clássica e História da Arte em Tübingen. Leciona Estética e Teoria da Arte na Hochscule der Künste, em Berlim e dirige o departamento de Belas Artes da Akademie der Künste Berlin-Brandenburg. Dentre suas principais publicações estão: Henri Matisse: Die Klavierstunde, oder die Kunst der Künste (1995), The Mind's Eye (1999), Paul Klee: The nature of creation (2002). (áudio em inglês)
AGOSTO 2008 |Maria Helena Bernardes| Iberê Camargo – Moderno no Limite
Apontando conceitos, dados históricos e questionando a existência de uma modernidade no País, Maria Helena debate o modernismo e a arte brasileira. Bacharel em Artes Plásticas, com especialização em Expressão Gráfica, ambos pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, ela recebeu o Prêmio Aquisição em 1988, na VII Mostra de Gravura da Cidade de Curitiba; a Menção Honrosa do Museu de Arte Contemporânea de Curitiba, em 1999; e o Prêmio Petrobras de Artes Visuais, em 2002. Publicou Vaga em Campo de Rejeito (2003), e foi uma das organizadoras do livro Eu e Você - Karin Lambrecht (2001).
AGOSTO 2008 |Mônica Zielinsky | Iberê Camargo – Moderno no Limite
Abrindo o Ciclo de Palestras da exposição Iberê Camargo – Moderno no Limite, Mônica fala sobre as relações que a pintura do artista gaúcho estabeleceu com a arte moderna, questionando as leituras eurocêntricas da arte e suas repercussões no País. Mônica é doutorada em Arte e Ciências da Arte pela Universidade de Paris I, e coordena a catalogação da obra completa de Iberê Camargo na Fundação e o Centro de Documentação e Pesquisa em Arte contemporânea no Rio Grande do Sul (Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul). Dividiu com Paulo Sergio Duarte e Sônia Salzstein a curadoria da exposição Moderno no Limite.